O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil deflagraram a Operação Vérnix, com o objetivo de desmantelar uma complexa rede de lavagem de dinheiro ligada ao PCC. Como resultado, a advogada e influenciadora Deolane Bezerra foi detida preventivamente, e uma nova ordem de prisão foi emitida contra o líder da facção, Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, além de familiares.
As investigações indicam que uma empresa de transporte de cargas em Presidente Venceslau (SP) era utilizada como fachada para movimentar recursos ilícitos. Deolane teria recebido mais de R$ 1,7 milhão em transferências sem justificativa comercial ou legal, incluindo depósitos fracionados — prática conhecida como “smurfing” — realizados por Everton de Souza, o “Player”, que também foi preso.
Diante das evidências de ocultação de patrimônio e conexões internacionais, a Justiça determinou o confisco de 39 carros de luxo e o bloqueio de R$ 357,5 milhões dos investigados. Desse total, R$ 27 milhões estariam diretamente ligados a bens sem comprovação atribuídos à influenciadora. Deolane Bezerra já foi presa três vezes, conforme informações que circulam sobre o caso.







