A influenciadora trans Gabrè da Silva afirmou ter sido vítima de um episódio de suposta transfobia durante um embarque em um voo da Gol Linhas Aéreas. Segundo relato publicado nas redes sociais, um funcionário da companhia teria utilizado seu nome de registro, conhecido entre pessoas trans como “nome morto”, e a tratado no masculino, apesar de seu nome social constar tanto no documento quanto na passagem aérea.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Gabrè disse que tentou orientar o funcionário sobre a importância de utilizar corretamente o nome social, explicando que pessoas trans podem apresentar documentos com o nome de registro e, ao mesmo tempo, possuir um nome social reconhecido.
Após a repercussão do caso, a influenciadora afirmou que o episódio vai além de um erro individual e defendeu que as equipes da companhia recebam treinamento para lidar adequadamente com passageiros trans. Ela ressaltou que o respeito ao nome social é um direito previsto na legislação e que o desrespeito pode configurar uma violação de direitos.
Até o momento da publicação, a Gol Linhas Aéreas não havia se manifestado publicamente sobre as alegações divulgadas pela influenciadora.
Fontes:
* Relato publicado por Gabrè da Silva nas redes sociais.
* Portal Maranhão (Portal IMA Maranhão).







