A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) deverá discutir, nos próximos dias, uma série de propostas durante a reunião do Supremo Concílio, instância máxima de deliberação da denominação. Entre os temas que chamam mais atenção estão a criação de diretrizes para atendimento psicológico, a participação das mulheres em determinadas atividades da igreja e a possibilidade de proibir que membros da denominação sejam filiados a partidos de orientação marxista, comunista ou oficialmente ateia.
As propostas fazem parte da pauta que será analisada pelos representantes da igreja e ainda dependem de debate e votação. Caso aprovadas, poderão resultar em mudanças nas normas internas da denominação, que reúne cerca de 700 mil membros em todo o Brasil e é organizada por meio de seu Supremo Concílio.
Além da questão envolvendo a filiação partidária, os delegados também deverão discutir orientações sobre o atendimento psicológico a membros da igreja e assuntos relacionados à atuação feminina em determinadas áreas da vida eclesiástica. Os temas têm gerado amplo debate entre presbiterianos e despertado interesse também fora do meio religioso, em razão de seus possíveis impactos na organização da denominação.
Até o momento, as propostas ainda não foram aprovadas e permanecem em fase de deliberação. O resultado das votações deverá definir se as medidas passarão a integrar oficialmente as normas da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Fonte: Igreja Presbiteriana do Brasil; documentos da pauta do Supremo Concílio 2026.







