Humorista dividiu sua vivência com a técnica, enquanto exploramos usos e custos
Fábio Porchat, conhecido apresentador e humorista, surpreendeu ao revelar sua decisão de passar por um procedimento estético singular. Durante o programa “Que História é Essa, Porchat?”, ele descreveu sua sessão de botox anal, compartilhando detalhes que provocaram risadas na plateia e entre os convidados.
A iniciativa de Porchat surgiu ao tentar controlar o suor excessivo com seu dermatologista. Após aplicações nas axilas, o médico sugeriu expandir o tratamento para a virilha, e dali, a uma área mais íntima. Conforme Porchat relatou, a aplicação progrediu para a zona anal, causando desconforto gradual. Mesmo sentindo incômodo, ele manteve a compostura quando o especialista perguntou se deveria prosseguir. O humorista detalhou que a primeira picada na região anal foi chocante, resultando em mais de vinte injeções e um grande trauma, conforme ele saiu da clínica.
Questionado pelos participantes sobre o custo-benefício da experiência, Porchat foi enfático: nunca mais se submeteria novamente ao método. “Seis meses depois tem que fazer de novo, mas eu falei: ‘Não, eu não vou fazer nunca mais’. Não senti diferença alguma”, afirmou, sem hesitação. A toxina botulínica, ou botox, vai além da estética facial, sendo útil para reduzir o suor excessivo em várias partes do corpo, ao atuar nas glândulas sudoríparas, diminuindo a produção e proporcionando alívio. Na área anal, a dermatologista Nicolly Machado explica que seu uso terapêutico é comum, especialmente para pacientes com intestino preso que sofrem de fissuras anais, causadas pela passagem de fezes endurecidas que lesionam o esfíncter. O botox tem a capacidade de relaxar o músculo esfincteriano, facilitando a evacuação e diminuindo as fissuras, e também pode ser empregado para aliviar a dor pós-cirúrgica de hemorroidas.







