Mulheres negras denunciam que foram alojadas em baias de cavalo na Granja do Torto; caso gera indignação nacional
A denúncia de que mulheres negras foram alojadas em baias de cavalo, com serragem no chão e divisórias típicas de estábulos, durante participação na Marcha das Mulheres Negras em Brasília, gerou revolta em todo o país. Segundo relatos publicados por diversos portais, integrantes de uma delegação de Santa Catarina afirmam que foram levadas para um espaço improvisado na Granja do Torto, área vinculada à Presidência da República, onde encontraram condições consideradas indignas e humilhantes.
Vídeos que circulam nas redes mostram as manifestantes desabafando e classificando o local como “uma cocheira” e “uma baia de cavalo”, destacando que jamais imaginariam ser recebidas dessa forma em um evento nacional. Elas relatam choque ao perceber que o ambiente possuía estrutura típica de estábulos, reforçando a percepção de desrespeito e violência simbólica.
A repercussão foi imediata. Movimentos sociais, ativistas e internautas classificaram o episódio como “inadmissível”, especialmente por envolver mulheres negras, público historicamente alvo de discriminação e vulnerabilidade social. Para muitos, o caso representa mais uma expressão do racismo estrutural que marca o país. Portais destacam que as críticas apontam para descaso e falta de planejamento por parte dos responsáveis pelo alojamento.
O episódio reacendeu debates sobre dignidade, políticas públicas e o tratamento dado a mulheres negras em eventos oficiais. Organizações de direitos humanos exigem apuração imediata e responsabilização dos envolvidos. Enquanto isso, a indignação nas redes segue crescendo, com questionamentos sobre como um espaço desse tipo pôde ser destinado ao acolhimento de participantes de um evento nacional.
Veja vídeo:
E você, como vê essa situação?
👉 Deixe sua opinião nos comentários!







