Segundo reportagens publicadas sobre o tema, um movimento que defende o fim do voto feminino voltou a ganhar visibilidade em grupos da direita nos Estados Unidos. A campanha, impulsionada principalmente nas redes sociais, questiona o sufrágio feminino e defende que apenas homens chefes de família deveriam votar. Apesar da repercussão, a proposta não possui apoio significativo no Congresso americano nem representa uma iniciativa oficial para alterar a Constituição do país.
No Brasil, grupos e perfis nas redes sociais também passaram a reproduzir esse discurso, embora sem relevância política institucional. Especialistas apontam que a maior parte dessas manifestações ocorre no ambiente digital, frequentemente em tom provocativo ou ideológico, sem qualquer proposta legislativa concreta em tramitação.
O direito ao voto das mulheres é garantido pela Constituição brasileira e faz parte da legislação eleitoral há décadas. Qualquer mudança nesse sentido exigiria uma profunda alteração constitucional, além de enfrentar amplo debate político e jurídico.






