O ex-diretor-adjunto de uma creche em Timon (MA) e ex-presidente do diretório municipal do PSOL em Teresina, Alberto Luiz Freitas Monção, rompeu a tornozeleira eletrônica no início de julho e teve a prisão preventiva novamente decretada pela Justiça. Segundo a Polícia Civil do Maranhão, ele era investigado por estupro de vulnerável contra crianças atendidas na instituição de ensino onde trabalhava.
As investigações tiveram início após denúncias envolvendo crianças de uma creche. De acordo com a Polícia Civil, imagens do circuito interno de segurança, depoimentos de testemunhas e outros elementos reunidos durante o inquérito fundamentaram o pedido de prisão preventiva do investigado. Após deixar a prisão mediante medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, Alberto rompeu o equipamento e fugiu, o que levou a Justiça a determinar uma nova prisão preventiva. Dias depois, ele foi localizado e preso em Teresina (PI).
A ligação política do investigado também ganhou repercussão. Alberto foi presidente do PSOL em Teresina e, após a divulgação das acusações, o partido informou que suspendeu sua filiação e iniciou o processo de expulsão, afirmando que os fatos investigados são incompatíveis com os princípios da legenda e manifestando apoio à apuração rigorosa do caso.
O caso segue em tramitação na Justiça. As acusações ainda serão analisadas no curso do processo, assegurando ao investigado o direito à ampla defesa e ao contraditório.







