Gabriel Costenaro, ex-integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), voltou a provocar forte repercussão nas redes sociais ao fazer acusações de caráter pessoal contra Renan Santos, fundador do movimento e pré-candidato à Presidência pelo Partido Missão.
Em um vídeo que passou a circular nas redes, Costenaro afirmou que Renan supostamente faria uso de cocaína e manteria relações com mulheres trans. As declarações foram apresentadas sem documentos, exames, testemunhos independentes ou outras provas públicas que confirmem as acusações. Por isso, as falas devem ser tratadas exclusivamente como alegações feitas pelo ex-militante.
O episódio ocorre em meio ao rompimento conturbado entre Costenaro e a direção do MBL. O ex-integrante deixou o grupo em julho de 2025, alegando ter sofrido difamação, chantagem e pressão relacionada a um contrato com multa elevada. As lideranças do movimento negaram essa versão. Antes da ruptura, Costenaro participava de eventos e atividades políticas ao lado de Renan Santos.
A disputa ganhou ainda mais visibilidade após os dois se encontrarem durante uma atividade política no Rio de Janeiro. Imagens mostram uma discussão com troca de ofensas e empurrões. Costenaro acusou Renan e o MBL de incoerência política, enquanto Renan o chamou de “vagabundo” e afirmou que o antigo aliado teria usado dinheiro de doações em casas noturnas e com profissionais do sexo.
Até o momento das publicações consultadas, não foi localizada uma manifestação específica de Renan Santos respondendo diretamente à alegação sobre cocaína e mulheres trans. Também não foram encontradas provas independentes capazes de confirmar a declaração de Costenaro.
A troca de acusações evidencia o aprofundamento da crise entre antigos aliados e transforma divergências internas do MBL em uma disputa pública marcada por ataques pessoais. As acusações mais graves, entretanto, continuam sem comprovação pública.
Fontes: Brasil Paralelo, Revista Piauí, publicações de Gabriel Costenaro e vídeos divulgados nas redes sociais.







