Observa-se que o mesmo grupo político de esquerda que demonstra solidariedade em relação ao incidente envolvendo o “Orelha” é o mesmo que, previsivelmente, votará contra a redução da maioridade penal, caso a proposta seja levada à votação na Câmara. Essa postura revela uma suposta incoerência.
Essa narrativa destaca uma aparente duplicidade de critérios, onde a comoção em um caso específico não se alinha com a posição defendida em um debate legislativo de grande relevância social, como a maioridade penal. A crítica sugere uma falta de alinhamento entre as manifestações públicas e as ações políticas concretas.







