Pernambuco apresenta a segunda maior taxa de desocupação do Brasil no primeiro trimestre de 2026, atingindo 9,2%. Esse índice é igual ao registrado na Bahia e em Alagoas, sendo superado apenas pelo Amapá, que lidera com 10%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
O percentual de pessoas sem emprego em Pernambuco excede a média nacional, que ficou em 6,1% no mesmo período. Este é o menor índice nacional para um primeiro trimestre desde 2012, quando a Pnad Contínua iniciou sua série histórica. A pesquisa revela que 12 estados tiveram taxas de desocupação abaixo da média do país, com Santa Catarina se destacando como o único abaixo de 3%.
Para o IBGE, considera-se desocupada somente a pessoa que buscou ativamente uma vaga nos 30 dias anteriores à pesquisa. Foram visitados 211 mil domicílios em todo o território nacional.
Em relação aos trabalhadores com carteira assinada no setor privado, Pernambuco também fica abaixo da média nacional. Enquanto o Brasil registra 74,7% de formalização, o estado tem apenas 63,4%. Santa Catarina lidera com 86,7%, e o Maranhão apresenta o menor percentual, com 53,4%. O mesmo padrão se observa entre os trabalhadores por conta própria: a taxa brasileira é de 25,5%, e a pernambucana, 24,5%. Maranhão tem o maior índice (34,1%) e o Distrito Federal, o menor (16,7%).
– IBGE



