O empresário Luciano Hang criticou o novo programa do Ministério da Educação (MEC) voltado à implementação da chamada Escola Nacional do Hip-Hop em instituições públicas de ensino. Em publicação nas redes sociais, Hang afirmou que a iniciativa representa um caminho de “deseducação” e fez duras críticas às políticas educacionais adotadas pelo governo.
“Querem destruir o nosso país e a deseducação é o melhor caminho”, escreveu o empresário ao compartilhar uma notícia sobre o programa.
Na publicação, Hang argumenta que escolas e universidades deveriam concentrar seus esforços na formação de cidadãos preparados para o mercado de trabalho e para o desenvolvimento econômico do país. Segundo ele, temas como educação financeira, educação moral e cívica, empreendedorismo, responsabilidade individual e qualificação profissional deveriam receber maior prioridade nas salas de aula.
O empresário também afirmou que o Brasil enfrenta um problema crescente de analfabetismo funcional, sustentando que muitos estudantes deixam a escola com dificuldades para interpretar textos e realizar operações matemáticas básicas.
Como comparação, Hang citou Singapura, país que, segundo ele, alcançou altos índices de desenvolvimento ao investir em educação de qualidade, disciplina, meritocracia e formação técnica voltada ao crescimento econômico.
Na avaliação do empresário, enquanto outros países ampliam investimentos em ciência, tecnologia, engenharia e inovação, o Brasil estaria direcionando recursos e atenção para pautas que, em sua visão, não contribuem para melhorar a qualidade do ensino. “Cada ano perdido na educação é uma geração inteira com menos oportunidades”, concluiu.
O programa mencionado por Hang faz parte de uma iniciativa do Ministério da Educação voltada à valorização da cultura hip-hop no ambiente escolar, com ações de formação, atividades pedagógicas e promoção da diversidade cultural.







