Durante entrevista ao programa *Sem Censura* nesta sexta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou bastidores de encontros com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que sempre buscou manter uma relação de igualdade entre Brasil e EUA.
Lula revelou que costumava pedir reuniões reservadas antes de entrevistas coletivas e encontros públicos, dizendo que preferia resolver divergências diretamente, longe das câmeras. Segundo ele, o objetivo era evitar desgastes diplomáticos e deixar claro o posicionamento brasileiro antes das aparições oficiais.
O presidente também relembrou conversas que teve com Trump durante encontros internacionais e afirmou que nunca aceitou postura de submissão nas negociações com os norte-americanos. Em um dos trechos mais comentados da entrevista, Lula declarou que sua “guerra” com Trump era no campo da narrativa e das ideias, e não em confrontos militares ou ameaças econômicas.
Ao falar sobre sua trajetória, Lula voltou a citar a experiência no movimento sindical para defender que aprendeu a negociar enfrentando empresários e autoridades poderosas sem “baixar a cabeça”. Segundo ele, o Brasil precisa ser tratado “em igualdade de condições” pelas grandes potências mundiais.
As declarações rapidamente repercutiram nas redes sociais, especialmente entre apoiadores e críticos do presidente, reacendendo debates sobre a relação diplomática entre Brasil e Estados Unidos durante os governos Trump e Lula.







