A equipe jurídica do empresário Fábio Luís, conhecido como Lulinha, declarou nesta quinta-feira (26/2) que considera a determinação de quebra de seus sigilos bancário e fiscal como ‘dispensável’. Isso ocorre porque o próprio Lulinha já havia se colocado à disposição do Supremo Tribunal Federal (STF) para prestar todos os esclarecimentos necessários.
Segundo a defesa, Fábio Luís manifestou desde o princípio sua intenção de cooperar plenamente com o STF, fornecendo os documentos pertinentes para esclarecer os fatos e evitar a ‘politização desnecessária’ de seu nome. Os advogados informaram ao STF que entregarão voluntariamente a documentação, argumentando que não há necessidade de coerção quando há intenção inequívoca de colaborar.
Apesar da medida, que foi autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do inquérito da ‘Farra do INSS’ no STF, e também aprovada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, a defesa expressou tranquilidade. Eles afirmam que Lulinha não teve envolvimento nas fraudes investigadas e não cometeu qualquer delito. A quebra de sigilo abrange o período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.
Lulinha foi mencionado em depoimento na investigação de fraudes no INSS como um suposto sócio oculto do ‘Careca do INSS’ em empreendimentos na área da saúde.







