A nova camisa da seleção brasileira de futebol, desenvolvida por uma socióloga vinculada à Nike com orientação política declaradamente à esquerda, já causa polêmica antes mesmo de chegar às lojas. Com preço sugerido de R$ 749,99, a peça promete representar o “novo Brasil”, agora chamado de “Brasa” no uniforme oficial, segundo a justificativa da marca e da especialista.
Críticos apontam que o valor exorbitante do uniforme transforma o torcer pelo país em um privilégio de poucos, enquanto o cidadão comum precisa arcar com um preço quase inacessível. A escolha de renomear a seleção e incluir referências ideológicas no design também gerou reação negativa, com torcedores classificando a iniciativa como uma tentativa de politizar algo que, tradicionalmente, deveria unir o público.
Para muitos, a camisa simboliza não apenas um produto caro, mas também uma sobreposição de discurso político e marketing esportivo, colocando em questão a relação entre consumo, patriotismo e ideologia no Brasil contemporâneo.






