O ator Bruno Gagliasso voltou a se manifestar após a repercussão de um vídeo em que reclamava publicamente de uma unidade do McDonald’s que teria encerrado o atendimento cerca de dez minutos antes do horário divulgado.
O episódio ocorreu na noite de terça-feira (4), na região serrana de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Segundo o relato do próprio ator, ele chegou ao estabelecimento por volta das 22h50, enquanto o horário informado indicava funcionamento até as 23h. Gagliasso filmou o local fechado e publicou a reclamação nas redes sociais.
A atitude provocou críticas. Parte dos internautas argumentou que expor publicamente a unidade poderia acabar prejudicando trabalhadores que estavam encerrando o expediente. Outros defenderam que, caso o estabelecimento anunciasse atendimento até determinado horário, o consumidor teria direito de questionar o fechamento antecipado.
Após a repercussão, Gagliasso reconheceu que poderia ter agido de maneira diferente. Em declaração atribuída à Folha de S.Paulo e repercutida nas redes, o ator classificou sua reação como impulsiva e disse que poderia ter lidado com a frustração sem transformar o episódio em uma publicação pública.
O reconhecimento do ator também virou combustível para novas provocações. Em uma delas, um internauta comentou: “Faltou dizer que todas as suas outras opiniões também são imaturas.” A frase é uma opinião do usuário e faz referência às frequentes manifestações públicas de Gagliasso sobre temas políticos e sociais.
A controvérsia ganhou ainda mais repercussão porque Gagliasso costuma defender pautas relacionadas aos direitos dos trabalhadores. Nas redes, críticos apontaram uma suposta contradição entre essas posições e a cobrança feita aos funcionários por dez minutos de funcionamento.
Por outro lado, não há evidência de que os funcionários tenham decidido por conta própria fechar antecipadamente ou de que alguém tenha sido punido em razão da publicação. O próprio episódio acabou servindo para Gagliasso reconhecer publicamente que sua reação inicial foi inadequada.
Fonte: declaração de Bruno Gagliasso repercutida pela Folha de S.Paulo e publicações nas redes sociais.







