A América Latina e o Caribe passaram de três para 19 economias de alta renda desde 1987, segundo o Banco Mundial, mas as grandes economias seguem presas na “armadilha da renda média”. “Se considerarmos a população, a América Latina continua teimosamente na categoria de renda média”, afirmou Jonathan Fortun, economista do IIF, à Bloomberg Línea. Chile, Uruguai, Panamá e Costa Rica lideram o grupo de alta renda com estabilidade macroeconômica e abertura comercial. Brasil, México e Argentina, com populações maiores, precisam de ganhos de produtividade de base ampla para avançar.







