A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, vive um momento decisivo neste domingo (25), quando os brasileiros vão às urnas para escolher o próximo presidente da República.
Com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputando a reeleição contra Flávio Bolsonaro (PL), a possibilidade de uma mudança no comando do Palácio do Planalto também coloca em discussão o futuro da atuação pública de Janja.
Desde o início do terceiro mandato de Lula, a primeira-dama tem acompanhado o presidente em viagens nacionais e internacionais, participado de eventos oficiais e exercido influência em agendas do governo.
A utilização de recursos públicos para custear viagens, equipes de apoio e compromissos institucionais de Janja provocou questionamentos de parlamentares da oposição, que passaram a cobrar maior transparência sobre essas despesas.
Em abril de 2026, entretanto, o Tribunal de Contas da União arquivou processos relacionados às viagens e aos gastos da primeira-dama, após concluir que não havia irregularidades nas despesas analisadas.
Caso Lula seja derrotado nas urnas, Janja deixará de ser primeira-dama com o encerramento do mandato presidencial, em 1º de janeiro de 2027.
A definição dependerá do resultado oficial da eleição. Até lá, críticas sobre despesas públicas e a atuação institucional da primeira-dama continuam fazendo parte do debate político nacional.







