O governo federal estuda um novo pacote de elevação de tarifas de importação para tentar fechar as contas em 2026. Entre os setores diretamente atingidos estão a indústria automobilística e o setor do aço, dois pilares da economia nacional e essenciais para a cadeia produtiva. A medida é vista internamente como uma saída rápida para aumentar a arrecadação, mas já acende alertas sobre impactos diretos no preço final para o consumidor.
De acordo com analistas do setor, qualquer aumento nas tarifas do aço e de componentes importados pressiona imediatamente o custo de produção dos carros populares. O efeito colateral é inevitável: um modelo como o Hyundai HB20, hoje considerado um dos mais acessíveis do mercado, passaria facilmente da casa dos R$ 100 mil, consolidando de vez o fim do carro “popular” no Brasil.
Empresas do setor avaliam que o aumento de custos pode fazer 2026 repetir — ou até superar — o salto de preços visto nos últimos anos, afastando consumidores e reduzindo a competitividade dos modelos produzidos no país. Especialistas afirmam que, enquanto o governo busca novas fontes de receita, o brasileiro deve preparar o bolso para um impacto direto no dia a dia.
A discussão segue nos bastidores de Brasília, mas a sensação geral é de que, mais uma vez, o peso da conta vai parar no colo do consumidor. Quer dar sua opinião? Deixe nos comentários.






