O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou os testes de segurança das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições de 2026. Segundo a ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte, o objetivo é garantir mais segurança, transparência e confiança no processo eleitoral brasileiro.
De acordo com a ministra, os testes fazem parte de um procedimento regular da Justiça Eleitoral e servem para permitir que especialistas, técnicos e representantes da sociedade civil tentem identificar eventuais falhas no sistema. A intenção, segundo ela, é antecipar riscos e reforçar os mecanismos de proteção antes do período eleitoral.
Cármen Lúcia afirmou que o processo de testagem busca assegurar o que chamou de “sossego eleitoral”, evitando questionamentos futuros sobre a integridade do sistema de votação. O TSE sustenta que as urnas passam por diversas camadas de auditoria, verificação e fiscalização ao longo dos anos.
Os testes envolvem análises do software, tentativas controladas de invasão e simulações técnicas, tudo sob acompanhamento da Justiça Eleitoral. O tribunal reforça que o modelo brasileiro de votação eletrônica é utilizado há décadas e já passou por inúmeros ciclos eleitorais.
Com a antecipação dos testes para 2026, o TSE afirma que pretende reforçar a confiança dos eleitores, demonstrando que o sistema é constantemente avaliado e aprimorado antes de cada eleição nacional.







