O PL, sob comando de Valdemar Costa Neto, decidiu suspender o salário de Jair Bolsonaro, que recebia cerca de R$ 40 mil mensais como presidente de honra da legenda, além de interromper suas atividades partidárias.
A medida ocorre após a confirmação da condenação de Bolsonaro, que resultou na suspensão de seus direitos políticos. Com isso, o PL interrompe imediatamente sua remuneração e todos os vínculos formais com o ex-presidente.
Para Valdemar, a decisão é uma obrigação legal. O corte de salário e o afastamento político marcam uma mudança significativa dentro do partido, que até então estava fortemente associado à figura de Bolsonaro.
O episódio já provoca debates: enquanto alguns enxergam a medida como necessária diante da condenação, outros a consideram uma traíção política. A pergunta que paira agora é se o PL rompeu de vez com Bolsonaro ou se trata apenas de uma ação formal motivada pela lei.







