Novos detalhes revelam a frieza e o planejamento de Marcos Antônio da Silva Neto, de 19 anos, na execução de Rafael Garcia Pedroso, em Frutal. Segundo a Polícia Militar, o jovem não agiu por impulso: ele monitorou os passos da vítima por 60 dias antes de disparar cinco tiros contra o homem que matou sua mãe em 2016. O crime aconteceu em plena luz do dia, enquanto Rafael aguardava a esposa em frente a uma UBS.
O caso traz à tona um detalhe revoltante para muitos: o assassino da mãe de Marcos estava nas ruas desde janeiro de 2026 graças a um benefício de prisão domiciliar. O motivo? Falta de vagas e superlotação na Apac de Frutal. Baseada em uma súmula do STF, a Justiça liberou Rafael por não ter onde “guardá-lo” no regime semiaberto. O que o sistema não previu foi que, do lado de fora, alguém contava os dias para acertar as contas que o Estado deixou em aberto







