O salário mínimo definido pelo governo Lula em R$ 1.621 por mês escancara o baixo poder de compra do trabalhador brasileiro. Para exemplificar a realidade, um aspirador de pó e líquidos de uso doméstico/profissional custa em torno de R$ 1.500, valor que praticamente consome todo o salário mensal. Ou seja, um mês inteiro de trabalho pode ser trocado por um único eletrodoméstico — e o dinheiro simplesmente acaba. Não sobra nada para comida, aluguel, transporte ou contas básicas.
A situação se agrava com a inflação persistente, que segue pressionando itens essenciais como alimentos, gás de cozinha, energia elétrica e serviços. O reajuste do salário mínimo não acompanha o aumento real do custo de vida, criando uma ilusão de ganho que não se sustenta na prática. Cada ida ao supermercado confirma que o salário vale menos, mesmo quando o governo anuncia correções nominais.
Além disso, o aumento e a manutenção de impostos elevados tornam o cenário ainda mais sufocante. Tributos embutidos em produtos e serviços drenam a renda do trabalhador antes mesmo que ele consiga atender suas necessidades básicas. O resultado é claro: o governo arrecada mais, os preços sobem e o salário mínimo perde valor. No Brasil de hoje, o salário mínimo sob Lula não garante dignidade — dá para comprar um aspirador de pó e acabou.






