Diante da recente catástrofe em Minas Gerais, que vitimou aproximadamente 70 pessoas e deixou cerca de 3.000 desabrigados, surgiram fortes questionamentos sobre a atuação do poder público na resposta à tragédia. Enquanto a população se mobiliza com doações e ações voluntárias para auxiliar as vítimas, cresce a cobrança por medidas mais rápidas e eficazes por parte das autoridades.
Críticas também recaem sobre a destinação de recursos públicos em outras áreas, como R$ 591 milhões para auxílio a detentos, R$ 8 bilhões por meio da Lei Rouanet e R$ 46 milhões em gastos com cartões corporativos. Para muitos, esses valores reforçam o debate sobre prioridades orçamentárias em momentos de calamidade.
No âmbito municipal, a administração de Juiz de Fora também passou a ser questionada. Mesmo com orçamento próximo a R$ 5 bilhões, a prefeitura estaria solicitando doações via PIX para ajudar as vítimas, o que levantou discussões sobre planejamento financeiro e gestão de recursos em situações de emergência.
A tragédia reacendeu o debate sobre a eficiência do Estado em cenários de crise e a necessidade de políticas públicas mais ágeis e estruturadas para atender a população quando ela mais precisa.







