Pesquisas recentes indicam que muitos adultos optam por permanecer solteiros e relatam satisfação com essa condição, contrariando a noção de que um relacionamento amoroso sério é necessário para uma vida plena.
Segundo o levantamento Singles in America, conduzido pela Harris Poll com milhares de adultos nos Estados Unidos, cerca de 8 em cada 10 pessoas acreditam que “você não precisa se casar para ter uma vida feliz e plena” — e metade dos entrevistados solteiros afirma que prefere estar só e vê a solteirice como uma forma significativa e autêntica de viver. Isso sugere que um número expressivo de solteiros não está em busca de um compromisso sério e está satisfeito com suas vidas individuais.
A mesma pesquisa apontou que muitos solteiros valorizam o tempo livre para perseguir interesses pessoais, objetivos profissionais e autonomia financeira, fatores que contribuem para sua sensação de bem‑estar e felicidade fora de um relacionamento romântico tradicional.
Esses dados fazem parte de um contexto mais amplo em que as atitudes em relação ao amor, casamento e compromisso estão mudando. Muitos adultos estão repensando a importância de um parceiro romântico para alcançar satisfação pessoal, enfatizando que autonomia, liberdade e realização individual podem ser tão ou mais relevantes para a felicidade quanto um relacionamento amoroso.
Esse fenômeno levanta questões importantes sobre como a sociedade encara relacionamentos e felicidade: será que a busca por um compromisso sério ainda é prioridade para a maioria? Ou muitos estão descobrindo que ser solteiro pode ser tão gratificante quanto estar em um relacionamento — e até uma escolha de estilo de vida legítima no século XXI?







