Um líder religioso enfrenta um processo na justiça por proibir uma pessoa transgênero de usar o banheiro feminino em um culto em Santo André, São Paulo. O acontecimento se deu em 20 de fevereiro, na igreja Além do Véu, quando Paola Bracho Mostarda Baracho, um homem trans, tentou acessar o sanitário designado para mulheres.
Conforme relatos, o pastor Davis Machado Oliveira interveio, alegando que a lei não permitia o uso do banheiro feminino por Paola, e sugeriu o uso de um banheiro unissex existente no local. Em um vídeo gravado por Paola, é possível ouvir a declaração: “Eu sou uma mulher como qualquer outra”.
Posteriormente, a ativista Leonora Áquilla, coordenadora de Políticas para LGBTI+ da Prefeitura de São Paulo, anunciou em vídeo nas redes sociais que iniciou um processo legal contra o pastor. Ela afirmou que a pessoa trans foi impedida de usar o banheiro e expulsa do evento pago, sem reembolso. Contudo, frequentadores da igreja contestaram essa versão nos comentários, defendendo que a situação foi tratada com respeito e que uma alternativa de banheiro foi oferecida, negando qualquer expulsão. Eles argumentam que a narrativa pública não condiz com os fatos e elogiaram a conduta do pastor.
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