Nesta terça-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve em uma unidade fabril de fármacos no interior paulista. Acompanharam o chefe de Estado os ministros Alexandre Padilha (Saúde), Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), em um compromisso de destaque na agenda governamental.
No decorrer do evento, Lula exibiu a embalagem de um fármaco crucial para o tratamento da Doença de Crohn, uma enfermidade inflamatória intestinal que demanda acompanhamento médico constante e terapias específicas. Ao apresentar o item, o presidente fez uma comparação enfática: “Se você ligar a televisão de noite, está falando de guerra. Se você ligar a televisão de manhã, está falando de morte, de drone, de mísseis, de invasão e aqui nós estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é o nosso míssil, não o míssil para matar, o míssil para salvar”.
Lula frisou que o medicamento está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), podendo ser obtido sem custo por pacientes com prescrição médica. Ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o presidente reforçou que o acesso ao SUS é universal, independentemente da condição social. Ele concluiu afirmando que “O que vale é a decência e a respeitabilidade a 215 milhões de brasileiros, de homens e mulheres que têm direito a ter um tratamento digno e respeitoso”.



