Uma mulher foi flagrada pichando a Praça Rui Barbosa, mais conhecida como Praça da Estação, em Belo Horizonte. O local é um patrimônio público tombado, com seu conjunto paisagístico e arquitetônico protegido pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA).
A ação, segundo testemunhas, foi realizada em manifestação de apoio ao ex-presidente Lula. Nas redes sociais, o episódio gerou grande repercussão, com internautas debatendo a gravidade do crime e questionando se a responsável poderia ser condenada a até 17 anos de prisão, conforme previsto em casos de dano qualificado a patrimônio tombado.
Especialistas em direito lembram que a legislação brasileira prevê penas severas para atos que danifiquem bens tombados, mas ressaltam que cada caso é analisado individualmente, considerando motivação, extensão do dano e antecedentes.
O episódio reacende o debate sobre a proteção de patrimônios históricos tombados e a responsabilidade civil e criminal de quem os danifica, mesmo em manifestações políticas.
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