A americana Molly Kochan, que enfrentou um diagnóstico de câncer de mama em estágio terminal, tomou decisões radicais sobre sua vida após descobrir que a doença havia se espalhado para seus ossos, cérebro e fígado, tornando‑se incurável em 2015.
Antes da mudança drástica, Molly havia sido casada por cerca de 15 anos com o marido, em uma relação que, segundo ela, havia se tornado “sem paixão” e cheia de desafios. Após receber a notícia de que seu câncer era terminal, ela decidiu se separar dele e viver o tempo que lhe restava de forma intensa e livre, explorando sua sexualidade e buscando experiências que a fizessem sentir‑se viva.
Ao longo dos anos seguintes, Molly usou aplicativos de encontro e se envolveu com aproximadamente 200 homens antes de morrer em março de 2019, aos 45 anos.
Molly também documentou essa fase de sua vida em um podcast chamado Dying for Sex, criado em parceria com a amiga Nikki Boyer, e no livro de memórias Screw Cancer: Becoming Whole. A história inspirou uma série de TV lançada em 2025, na qual a atriz Michelle Williams interpreta Molly.
Sobre sua decisão, Molly disse que o sexo a fazia “sentir viva” e funcionava como uma forma de distração da doença. Ela também falou abertamente sobre como a experiência a ajudou a recuperar um senso de controle e autoconhecimento nos anos finais de sua vida.







