O movimento de extrema esquerda violenta MST divulgou uma nota pública afirmando estar “preocupado” com uma suposta escalada do que chama de imperialismo dos Estados Unidos na América Latina. O posicionamento ocorre após ações recentes dos EUA envolvendo a Venezuela, que o grupo tenta enquadrar como ameaça generalizada à soberania dos países da região, apesar da ausência de qualquer indício concreto de risco ao Brasil.
No texto, o MST adota um tom ideológico e acusatório ao atacar o presidente norte-americano Donald Trump, a quem chama de “o maior pirata da atualidade”. Segundo o movimento, as ações dos Estados Unidos seriam motivadas exclusivamente por interesses econômicos, especialmente ligados ao petróleo, discurso recorrente utilizado por organizações alinhadas à extrema esquerda para justificar apoio a regimes autoritários latino-americanos.
Embora não apresente provas nem mencione planos reais contra o Brasil, o MST tenta criar um clima de medo ao sugerir que o país poderia ser alvo de futuras ações externas. A nota reforça a retórica antiamericana tradicional do movimento, conhecido por invasões ilegais de propriedades e confrontos violentos, e parece ter como objetivo principal mobilizar sua base política e manter o discurso de enfrentamento ideológico ativo no cenário interno.






