O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva gastou R$ 345 mil de recursos públicos para enviar uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) ao Peru com o objetivo de buscar Nadine Heredia, ex-primeira-dama peruana condenada a 15 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro pela Justiça do país.
A operação ocorreu entre os dias 15 e 16 de abril de 2025, quando um jato da FAB partiu de Brasília até Lima para trazer Heredia ao Brasil após a concessão de asilo diplomático. Os custos envolveram combustível, manutenção da aeronave, taxas aeroportuárias e despesas com a tripulação militar.
A decisão partiu do próprio governo federal, por meio do Itamaraty, e gerou forte reação de parlamentares e especialistas, que questionam o uso de dinheiro do contribuinte para transportar uma pessoa já condenada, sem que houvesse comprovação pública de risco iminente à sua integridade física.
Críticos apontam que o episódio reforça a percepção de uso político da máquina pública, além de causar desgaste à imagem internacional do Brasil. Para a oposição, o governo Lula transformou a FAB em instrumento para resgatar aliados ideológicos no exterior, enquanto o trabalhador brasileiro arca com a conta.






