Falhas em licitações da conferência são reveladas por auditoria do Tribunal.
O Tribunal de Contas da União (TCU) detectou diversas falhas e irregularidades nos processos licitatórios que selecionaram as companhias encarregadas do planejamento, organização e fornecimento de produtos e serviços para a COP30, que aconteceu no ano passado em Belém. A análise do TCU revelou superfaturamento de até 1.000% em comparação com os preços praticados no mercado.
As investigações do órgão focaram nos acordos firmados com o Consórcio Pronto RG, que cuidou da Zona Verde – área dedicada às entidades da sociedade civil – e com a empresa DMDL Ltda, responsável pela Zona Azul, espaço reservado a diplomatas e negociadores.
A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secop) contratou a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), que, por sua vez, conduziu as licitações para a conferência.







