O jogador Neymar Jr. enfrenta o risco de suspensão de até 10 jogos após criticar um árbitro dizendo que ele “acordou de chico”. A fala foi prontamente rotulada como m*sógina por jornalistas como Barbara Coelho, sob o argumento de que associar o humor ao ciclo feminino é um ataque às mulheres.
A polêmica, no entanto, esbarra em um paradoxo ideológico. Recentemente, a deputada Erika Hilton (PSOL) afirmou em rede nacional que “mulher não é apenas m*nstruação, útero e genitália”, buscando desvincular o gênero da biologia. A contradição é óbvia: se o ciclo biológico não define a mulher para a militância, por que uma gíria sobre esse mesmo ciclo é tratada como um crime imperdoável contra o feminino?
O episódio revela a seletividade do tribunal da internet. Quando convém, a biologia é irrelevante; quando o alvo é Neymar, a mesma biologia vira “terreno sagrado” para justificar punições severas. No fim, a coerência parece ser a única vítima dessa nova patrulha do vocabulário.







