Preços de medicamentos para obesidade e diabetes podem cair drasticamente.
A exclusividade do Ozempic no Brasil está com os dias contados, prometendo uma reviravolta no setor de tratamentos para obesidade e diabetes. A previsão é de uma acirrada competição baseada em valores: um estudo do Itaú BBA aponta para uma possível redução de até 30% nos custos já no primeiro ano, e de até 50% em cinco anos, conforme mais fabricantes lançarem suas versões.
Em 20 de março de 2026, a proteção da semaglutida, princípio ativo do Ozempic, expira no país. Esta molécula foi a força motriz por trás de uma transformação global nos tratamentos dessas condições, elevando a Novo Nordisk ao patamar de uma das companhias mais valiosas da Europa.
Com o fim da patente, o caminho se abre para a chegada de medicamentos genéricos e similares no mercado brasileiro. A expectativa do segmento é que o mercado cresça em dobro, alcançando R$ 20 bilhões já em 2026, impulsionado por valores mais acessíveis e uma maior disponibilidade dos tratamentos.



