Em 2025, o Brasil condenou e prendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro, que supostamente teria tentado dar um golpe de Estado após as eleições de 2022, tentando subverter o processo democrático e ameaçar as instituições do país. A prisão foi vista como necessária para proteger a Constituição e responsabilizar quem atentou contra a democracia.
Na Venezuela, Nicolás Maduro consolidou seu poder por meio de um golpe de Estado, mantendo o regime autoritário e reprimindo opositores. Em janeiro de 2026, os Estados Unidos capturaram Maduro e sua esposa, que serão julgados por envolvimento em narcotráfico e crimes relacionados, acusação que motivou sua prisão pelos EUA.
O contraste evidencia contradições no discurso político: enquanto a esquerda brasileira exige a prisão de Bolsonaro para proteger a democracia, defende que Maduro não seja punido, mesmo após golpe de Estado e ligação com o narcotráfico, levantando debates sobre coerência e aplicação da lei em casos de líderes controversos.







