Nas redes sociais, uma participante do BBB, mulher negra e oriunda da favela, tem sido alvo de ataques da extrema esquerda simplesmente por ter curtido publicações de Bolsonaro. A militância virtual, que se apresenta como defensora de minorias, demonstra mais interesse em lacrar em cima de pautas ideológicas do que em defender negros, pobres ou favelados de verdade.
O episódio evidencia que a esquerda nunca esteve genuinamente preocupada com os desafios enfrentados por essas populações. O cancelamento não é motivado por ações prejudiciais ou racismo, mas sim pelo alinhamento político de uma mulher que, apesar de sua trajetória de superação e empreendedorismo, se tornou alvo por não se enquadrar na narrativa ideológica dominante. A militância contemporânea parece menos interessada em apoiar pessoas reais e mais focada em punir quem ousa ter opiniões divergentes.
A situação reforça a percepção de que, para parte da esquerda radical, as pautas sociais são apenas ferramentas de ativismo político e não meios de promover inclusão ou justiça social. No caso dessa participante, a sua origem humilde, o esforço para empreender sozinha e o fato de ser negra foram completamente ignorados; o único critério que importa é concordar com a militância digital, sob pena de ser atacada publicamente.







