Em 2015, a então presidente Dilma Rousseff impôs um corte de aproximadamente R$ 10 bilhões às universidades federais. Essa decisão teve um efeito direto no suporte financeiro a projetos de pesquisa e é citada como um dos motivos para a não renovação da patente internacional da polilaminina. Essa descoberta, liderada pela Dra. Tatiana Sampaio, é crucial para estudos sobre a locomoção em indivíduos com paralisia.
Atualmente, sob a gestão do presidente Lula, o panorama de contenção de gastos na educação se mostra ainda mais desafiador. As instituições de ensino superior federais enfrentam severas limitações financeiras. O orçamento aprovado para 2026 já prevê uma redução de quase R$ 500 milhões.
Adicionalmente, em novembro de 2024, um conjunto de medidas de austeridade do governo Lula resultou na retirada de R$ 42,3 bilhões do orçamento destinado ao Ministério da Educação, valor que será diluído ao longo dos próximos cinco anos.







