O desembargador Magid Nauef Láuar, responsável pelo processo que inocentou um indivíduo de 35 anos acusado de estuprar uma criança de 12 anos, deixou passar em seu parecer uma instrução de inteligência artificial que solicitava aprimoramento do texto.
No documento assinado pelo magistrado, é visível uma diretriz para que a IA ‘melhore a exposição e fundamentação’ da seção, seguida pela inclusão de dois parágrafos, um na versão original e outro condensado.
Em sua decisão, o relator argumentou que o acusado e a vítima mantinham uma relação afetiva e constituíam uma unidade familiar, com a aprovação dos familiares da jovem.







