Carlos Eduardo Brandt, um dos principais nomes por trás da criação do Pix, deixou o Brasil após mais de duas décadas atuando no Banco Central. Há cerca de três meses, ele se mudou de Brasília para Washington onde agora trabalha diretamente com projetos ligados a pagamentos e infraestrutura financeira. A mudança marca uma nova fase em sua carreira.
Sua saída também encerra um ciclo familiar dentro do Banco Central, já que seu pai e seu avô também trabalharam na instituição. Brandt ganhou reconhecimento internacional por sua atuação, chegando inclusive a ser listado entre as 50 pessoas mais influentes do mundo dos negócios em um ranking global. Seu papel no avanço do sistema de pagamentos instantâneos brasileiro foi decisivo para essa visibilidade.
Nos EUA, Brandt está envolvido em iniciativas que pretendem modernizar as transferências internacionais, conhecidas por serem caras e demoradas. Um desses projetos é o Nexus, criado pelo Banco de Compensações Internacionais, que muitos chamam de “Pix internacional”. A ideia é conectar redes rápidas de pagamento de vários países, utilizando a experiência brasileira como base para construir soluções mais ágeis e econômicas para o mundo todo.
Brandt destaca que um dos pontos fortes do Pix no Brasil é o fato de ser administrado pelo Banco Central, o que aumenta a concorrência e amplia o acesso da população ao sistema financeiro, em vez de concentrar tudo em poucas empresas privadas. Ele acredita que esse modelo pode inspirar outras nações a seguirem o mesmo caminho.
E você, o que pensa sobre essa mudança do criador do Pix? Acredita que um “Pix internacional” pode realmente transformar as transações entre países? Deixe sua opinião nos comentários!








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