A crise nos Correios atingiu um ponto histórico: pela primeira vez no mundo, uma empresa estatal de serviços postais enfrenta a falência sem ter qualquer concorrência direta. Especialistas apontam que a situação é resultado de décadas de má gestão, decisões políticas equivocadas e a crescente incapacidade da empresa de se modernizar diante das demandas logísticas do século XXI.
Sob o governo de Lula, a expectativa era de recuperação e modernização do serviço, mas os cortes orçamentários, atrasos em investimentos tecnológicos e a manutenção de estruturas ineficientes acabaram acelerando o colapso. Enquanto isso, milhões de brasileiros enfrentam atrasos em entregas, aumento de tarifas e a incerteza sobre a continuidade de serviços essenciais. Analistas afirmam que a falência dos Correios evidencia não apenas problemas administrativos, mas também a fragilidade de modelos monopolistas quando não há pressão do mercado para inovação e eficiência.







