O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) fez uma nova solicitação à Polícia Civil, requerendo diligências adicionais no processo que apura a morte do cão Orelha. A iniciativa visa assegurar que todos os detalhes sejam esclarecidos com precisão técnica, responsabilidade e conforme os preceitos legais.
Está é a segunda vez que o MPSC solicita aprofundamento na investigação. Anteriormente, em 12 de fevereiro, a promotoria já havia pedido 35 novas evidências à Polícia Civil, as quais foram respondidas no final daquele mês.
Orelha, um cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, foi agredido em 4 de janeiro, conforme a Polícia Civil. Moradores o encontraram no dia seguinte e o levaram ao veterinário, mas ele não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil concluiu o inquérito e indicou um adolescente como responsável, solicitando sua internação. Contudo, o Ministério Público ainda não finalizou a análise das provas, e o processo permanece sob segredo de justiça.
Fontes próximas ao colunista Anderson Silva, da NSC, indicam que o caso Orelha pode ser arquivado por insuficiência de provas.







