A discussão sobre a remuneração mínima por viagem ou entrega se consolidou como o cerne da controvérsia no projeto de lei que visa regular o trabalho via plataformas digitais, atualmente em análise na Câmara dos Deputados.
A administração federal propôs um piso de R$ 10 por serviço, uma ideia que provocou intensos debates. Essa proposta tem gerado divergências entre os legisladores, as companhias de tecnologia e os representantes dos trabalhadores que atuam como motoristas e entregadores por aplicativos.







