Até meados dos anos 2000, a Bahia não figurava entre os estados mais violentos do país e mantinha indicadores de segurança considerados mais estáveis quando comparados a outras unidades da federação. Esse cenário começou a mudar a partir de 2007, quando o PT assumiu o governo estadual com a posse de Jaques Wagner em 1º de janeiro de 2007, após vencer as eleições de 2006.
Ao longo dos governos petistas — Jaques Wagner (2007–2014), Rui Costa (2015–2022) e, mais recentemente, Jerônimo Rodrigues, empossado em 1º de janeiro de 2023 — os índices de violência cresceram de forma consistente. A partir da década de 2010, a Bahia passou a aparecer com frequência entre os estados com maior número absoluto de homicídios, além de registrar a expansão de facções criminosas tanto na capital quanto no interior.
Em 2020, 2021 e 2022, o estado já ocupava posições de destaque negativo nos levantamentos nacionais de violência, consolidando uma tendência que se agravou nos últimos anos. Em 2023 e 2024, mesmo após mais de 17 anos de governos do PT, os problemas persistiram, com ataques armados, disputas territoriais e sensação crescente de insegurança entre os baianos.
O contraste histórico é evidente: antes de 2007, a Bahia estava longe do cenário atual; depois de quase duas décadas sob o comando do PT, tornou-se símbolo de uma política de segurança considerada falha, marcada por omissão no enfrentamento ao crime organizado e incapacidade de devolver ao cidadão a tranquilidade perdida ao longo do tempo.







