Gil do Vigor critica Temer, mas fatos apontam para gestão Dilma Rousseff.
A postura do Partido dos Trabalhadores (PT) é questionada quando o ativista Gil do Vigor atribui a Michel Temer a responsabilidade pelos cortes na Educação, que impactaram pesquisas como a da Dra. Tatiana Sampaio sobre poliaminina. No entanto, a realidade dos fatos desmente essa narrativa.
Em 2015, durante o governo de Dilma Rousseff e sob o lema “Pátria Educadora”, o Ministério da Educação (MEC) sofreu uma redução orçamentária superior a R$ 10,5 bilhões, representando cerca de 10% do total. Essa medida drástica afetou programas importantes como FIES e Pronatec, além de projetos de creches e universidades federais, tudo em meio ao ajuste fiscal implementado pelo PT para proteger a presidência.
É importante notar que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016, que abriu caminho para mais contingenciamentos, foi aprovada em 2015, ainda sob a administração de Dilma. Michel Temer assumiu a presidência de forma interina em maio e efetiva em agosto de 2016, apresentando seu primeiro orçamento apenas em 2017.
Mesmo diante desses dados, a militância petista frequentemente busca reinterpretar os acontecimentos. Gil do Vigor, por exemplo, contradiz suas próprias declarações, ignorando os fatos e demonstrando indignação quando a verdade é revelada.







