A falta de carne nas refeições oferecidas por restaurantes de universidades públicas brasileiras tem provocado reclamações e manifestações de estudantes. O assunto voltou a chamar atenção nas redes sociais, com uma publicação atribuída ao Portal Eder Fritsch sobre protestos pela ausência do alimento.
Um dos casos documentados ocorreu na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde estudantes denunciaram problemas no abastecimento de carne, atrasos na reposição das refeições e até a presença de insetos e larvas nos alimentos.
Segundo reportagem publicada pelo Metrópoles em abril de 2026, alunos relataram situações em que a proteína acabava durante o atendimento, obrigando estudantes a esperar até 40 minutos pela reposição. Em uma das reclamações, um universitário afirmou que precisou fazer sua refeição apenas com arroz, feijão e o molho disponível.
Diante dos problemas, estudantes organizaram um protesto em 16 de março, entrando no restaurante universitário sem pagar a tarifa de R$ 2 cobrada pelo almoço e jantar. A mobilização também questionou a qualidade dos alimentos e a terceirização do serviço.
Representantes estudantis alertaram que a situação prejudica principalmente universitários de baixa renda, que dependem do restaurante para conseguir se alimentar durante a rotina de aulas e estágios.
Após a manifestação, representantes dos alunos se reuniram com a direção da faculdade e integrantes da administração universitária para cobrar providências. Segundo o Centro Acadêmico XI de Agosto, os atrasos na reposição diminuíram, mas reclamações relacionadas à qualidade das refeições continuaram.
O episódio levanta questionamentos sobre a fiscalização dos contratos de alimentação e a qualidade dos serviços oferecidos nas instituições públicas de ensino superior.
Não foi possível confirmar se a publicação atribuída ao Portal Eder Fritsch corresponde ao mesmo protesto realizado na USP. O caso documentado, entretanto, demonstra que a falta de carne…







