O policial federal Jorge Chastalo Filho relata, no livro Banho de Sol, conversas que teria presenciado durante os 580 dias em que Lula ficou preso em Curitiba, entre 2018 e 2019. Segundo o autor, o então ex-presidente fazia críticas e usava palavras ofensivas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luiz Fux.
De acordo com os relatos, Lula teria chamado Cármen Lúcia de “falsa humilde”, usado um palavrão para se referir a Fachin e comparado Fux a um “cachorro pidão”. As declarações estariam relacionadas à insatisfação do petista com decisões judiciais que afetaram sua situação na prisão.
O conteúdo do livro reacendeu a discussão sobre a relação de Lula com integrantes do STF. As falas são atribuídas ao presidente pelo ex-policial e, até a publicação da reportagem da Folha, a assessoria de Lula e o Supremo não haviam se manifestado sobre os relatos.







