O empresário Flávio Augusto levantou um debate sobre a saúde pública no Brasil ao questionar por que políticos recorrem a hospitais particulares, mesmo quando defendem o Sistema Único de Saúde (SUS).
Na Câmara dos Deputados, existe o Pró-Saúde, programa que oferece assistência médica e hospitalar aos parlamentares e seus dependentes. O benefício permite acesso a uma rede credenciada que inclui hospitais particulares, como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein. A adesão dos deputados ao programa é facultativa, e há participação financeira dos beneficiários.
A discussão levantada pelo empresário é sobre a diferença entre o atendimento disponível à população que depende do SUS e as opções de atendimento privado acessíveis aos parlamentares.
Por que quem toma decisões sobre a saúde pública também conta com alternativas na rede particular? A pergunta reacende o debate sobre o acesso à saúde no Brasil.







