Os gastos com viagens da administração federal durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassaram R$ 8 bilhões entre janeiro de 2023 e outubro de 2026, segundo dados do Portal da Transparência.
O levantamento aponta aproximadamente R$ 8,46 bilhões em despesas com viagens a serviço, incluindo passagens, diárias e outros custos de deslocamento de servidores e representantes de diversos órgãos federais.
O assunto ganhou destaque após o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, criticar os gastos do governo durante o debate realizado pela Band, no último domingo (18).
Ao ser questionado por Lula sobre onde faria cortes no orçamento, Flávio mencionou os gastos com viagens e afirmou que retiraria privilégios do atual governo, citando diretamente o presidente e a primeira-dama, Janja da Silva.
“Eu vou tirar dele e da Janja”, declarou Flávio durante o confronto, ao defender seu plano de redução das despesas públicas.
O senador também afirmou que pretende promover um grande corte de gastos na máquina pública caso seja eleito, incluindo a redução do número de ministérios e de despesas administrativas.
Entretanto, é importante esclarecer que os R$ 8,46 bilhões não representam gastos pessoais de Lula e Janja. O montante reúne viagens de toda a estrutura federal. As despesas registradas especificamente pela Presidência da República são significativamente menores.
A discussão sobre os gastos públicos acontece na reta final do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo, 25 de outubro, quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.
Na sua opinião, o próximo presidente deveria reduzir os gastos com viagens e privilégios de autoridades?







