A estação Trianon-Masp, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo, tornou-se um dos principais pontos de atenção após os atos de vandalismo registrados durante a manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada neste domingo (11).
Segundo a Polícia Militar, foram registradas ocorrências de pichações, depredação e tumultos durante a dispersão dos manifestantes. Imagens divulgadas pela imprensa mostram pessoas sobre a cobertura da estação, além de pichações nas estruturas de acesso ao metrô.
Após a manifestação, relatos nas redes sociais passaram a destacar uma suposta iniciativa de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) para auxiliar profissionais da limpeza urbana na recuperação do espaço. A participação desses voluntários, porém, ainda depende de confirmação independente.
O episódio reacendeu a discussão sobre a preservação do patrimônio público durante manifestações políticas. A depredação de estações utilizadas diariamente por milhares de trabalhadores pode gerar custos de reparação e prejudicar a população que depende do transporte coletivo.
A Polícia Militar confirmou registros de vandalismo na região. Já o Metrô informou inicialmente que não havia identificado danos nas estações em seus registros internos.
Independentemente da posição política dos envolvidos, a preservação dos espaços públicos é uma responsabilidade coletiva. A pergunta que fica é: quem deve arcar com os prejuízos provocados por atos de vandalismo durante manifestações?
Fonte: CNN Brasil, Folha de S.Paulo e Estadão.







