A manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada neste domingo (11), na Avenida Paulista, em São Paulo, terminou com registros de vandalismo, pichações, tumultos e depredação do patrimônio público. Agora, a sujeira deixada pelo evento representa mais trabalho para os profissionais responsáveis pela limpeza urbana.
Segundo a Polícia Militar, houve ocorrências de depredação durante a dispersão dos manifestantes, incluindo danos a portas e grades de acesso ao metrô. Imagens divulgadas pela imprensa também mostram pessoas sobre estruturas das estações.
A situação provoca indignação: enquanto alguns participantes de uma manifestação que se apresentava como defensora da democracia praticavam atos de vandalismo, trabalhadores responsáveis pela conservação da cidade ficam com as consequências.
O episódio também reacende a polêmica envolvendo declarações de Lula sobre a profissão dos garis. Em agosto, o petista afirmou que a coleta de lixo era uma profissão pouco valorizada, embora tenha ressaltado, na sequência, a importância desses trabalhadores para a sociedade.
O direito de manifestação é legítimo, mas não autoriza ninguém a destruir patrimônio, pichar espaços públicos ou prejudicar a população. Quem promove vandalismo precisa ser identificado e responsabilizado, independentemente de sua posição política.
Afinal, que exemplo de democracia é esse em que alguns manifestantes depredam a cidade e deixam para os trabalhadores a tarefa de lidar com as consequências?
Fonte: CNN Brasil e UOL.







