Lincoln Gakiya, promotor do Ministério Público de São Paulo, declarou que os Estados Unidos não deveriam levar em conta o posicionamento do Brasil a respeito de uma eventual designação do Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupo terrorista. Essa percepção, segundo Gakiya, foi transmitida por assessores do secretário de Estado Marco Rubio durante encontros programados para 2025.
Em declaração à GloboNews, o promotor ressaltou que tal medida pode acarretar consequências na colaboração policial entre as nações e até mesmo sanções. Isso ocorreria porque os EUA passariam a enxergar a facção como uma ameaça direta à sua soberania.







